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Dicas do óptico mais famoso do país
 Miguel Giannini é um dos ópticos mais
famosos do país
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Camelôs ou piratas da perna de pau?
O uso de óculos escuros tornou-se um hábito, quase um uniforme do qual lançamos mão em nome de nosso conforto visual. Em dias quentes, sob o sol forte, ou nos dias frios com excesso de luminosidade, ajudam-nos a enxergar melhor em ambientes ao ar livre.
Acessórios de moda, os solares são grandes amigos quando se quer criar um estilo. Você se lembra de Jacqueline Kennedy Onassis?
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Além de um exemplo de elegância e sofisticação, a eterna primeira dama norte-americana criou um perfil diferenciado com aqueles grandes óculos escuros que quase cobriam o seu rosto.
Mas, como em toda a história, o mocinho também tem o seu lado de vilão. Apesar das qualidades que um modelo solar nos oferece, é preciso muito cuidado na escolha das peças ao compor o estoque de uma loja.
Na condição de profissionais de balcão, nossa obrigação é sugerir sempre ao cliente armações reconhecidas no mercado e que não provoquem prejuízos físicos. Em relação às lentes escuras ou coloridas, devem ser fabricadas ou tratadas contra raios ultravioleta, causadores de graves doenças oculares, incluindo a catarata.
Se você é proprietário de óptica, não tenha em sua loja modelos de qualidade duvidosa ou origem desconhecida. Lembre-se, o cliente é o melhor veículo de divulgação do seu trabalho. Não o exponha a perigos desnecessários.
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Consciência: se você é proprietário de óptica, não tenha em sua loja modelos de qualidade duvidosa ou origem desconhecida |
Já bastam os camelôs que comercializam óculos escuros a preço de banana em ruas da cidade. Não há dúvida, são atraentes ao bolso de quem compra. Mas será que as pessoas com menor poder de compra merecem ser enganadas? Será que o consumidor precisa ser desrespeitado? Ou a falta de ética agora é regra e não mais exceção?
Miguel Gianini
colunadomiguel@yahoo.com.br
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